I told you I was trouble.

She's a tramp.

Theme by Sarah S. Não se inspire!
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Cindy, tenho 17 anos, sou pisciana, por isso sou muito dramática e muito apaixonadinha. A-M-O The Pretty Reckless e Lady GaGa. Uso o tumblr como terapia, e a maioria dos textos que eu posto são eu mesmo que escrevo. A-D-O-R-O vídeo game e futebol, falo palavrão e uso gírias a maioria do tempo. Ando de skate e toco contra-baixo. Prefiro uma garrafa de vodka a ter que chorar e prefiro andar de tênis do que de salto. Sento de perna aberta e ando com meninos. Mas isso tudo não quer dizer que eu não tenha sentimentos e não seja uma GAROTA. Amo ler e amo ir à balada também. Sou umbandista e sou corinthiana. Sou completamente desastrada, as vezes esqueço de pentear o cabelo, as vezes visto uma meia de cada cor e ainda assim espero entrar na UNIFESP e estudar Medicina. Adoro piercings e tatuagens e por incrível que pareça, eu ainda espero encontrar o meu príncipe encantado. Fui bailarina por muito tempo e tenho vontade de voltar a faze-lo. Não tenho um corpo perfeito, e tenho complexo com isso. Às vezes gosto muito rápido das pessoas. Sou fumante, e quando eu quero eu bebo até cair e faço loucuras. Mas fala sério, quem é que não faz loucuras hoje em dia? Tenho vontade de morar na Alemanha, e até falo um pouquinho de alemão; Mas minha especialidade é inglês mesmo. Se eu pudesse, eu assistiria séries o dia inteiro e só comeria açaí. Adoro filmes de terror e acho o Hitler um gênio. Sou muito apegada as minhas amigas e tento ser feliz a cada dia que passa. E não se esqueça “ você conhece o meu nome, não a minha história.”


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Mulheres da minha vida.

Lady Gaga and Lana Del Rey. ♥


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Nov 20



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Nov 20


"Minha saudade não cabe nesses refrões, mas eu canto cada palavra e expulso todo o ar dos pulmões como se os três minutos de melodia e melancolia fossem os últimos. Consta no registro dezenove anos de tristeza e alguns sentimentos mais, mas a memória conta milenares histórias de papel e fantasia que nem ao menos posso citar porque me escapam em toda e qualquer palavra. A folha é metafórica como provavelmente metafórica toda sou, em olhares, em mãos e modos de andar desacompanhada. Eu sei que você não entende. Achar bonito o incompreensível é o suficiente? Eu sei que sim, sei que sim, nosso tempo - digo nosso com um atrevimento… - é coisa que não se mede e nosso estésico está em tudo o que há e não há. É realmente complexo e inexato e desconexo, mas você compreende meu desprazer pelo que possui sanidade: desde que minha idade não tem idade certa e certa sensibilidade fez toca no suposto intocável, eu teço camisas de força enquanto entoo notas e frases que nunca irão me suportar.


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Oct 10

source: ocaosdoseio via: psyyyychedelic

“Jealousy. When a girl sinks to her lowest, she loses her last treasure: Her self worth.

She sells herself. She gives her virtue away for money, not love. She convices herself she does not need love. “My heart is stone.” she says. “My chance at happiness died long ago.”

To fall in love again, it almost enrages her. “My heart is dead. Don’t ask for my love, I have none to give”. Lies.

When cacooned in apathy, love is a dangerous thing.”

C. - You Know That I’m No Good


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Oct 3



“I’m not afraid of anything! I just need to know that I can breathe. I don’t need much of anything but suddenly, suddenly…
I am small and the world is big! All around me is fast moving; Surrounded by so many things but suddenly, suddenly…
How does it feel to be different from me? Are we the same? How does it feel?”

                                                                        - Avril Lavigne


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Sep 29


How to tear apart the ties that bind?: O mundo outro não vale o mundo eu


pseudoencanto:

O cuspe ainda corrói no rosto. O rosto ainda definha os traços. As células derretem por um segundo passado e o passo bate à porta da face com um murro fantasma que arde, machuca e revela: o podre te toca, o podre penetra e entoca-se pela garganta, o podre arranha, o podre ganha, o podre fanha tua voz.

Silêncio meu.

Até mesmo essa dor que me quebra é bonita demais para o que em mim é exterior. Os motivos que doem são belos, as memórias que doem são belas: a beleza presente como única escapatória à inflamação: inflama, incha, hemorrágica, mas com um quê de arte e sublimidade. O externo não vale, o externo é um morro de dois palmos de areia e lixo infeccioso.

Choro meu.

Essa súplica e olhos vermelhos são o meu desespero, são as minhas tentativas e chamados. Jamais atendidos. Perco-me, deixo-me, escapulo entre lençóis e paredes e chãos e cantos escondidos, com a garganta presa, com as unhas cravadas na pele, com os cílios comprimidos, com os comprimidos no ralo: deixa que eu sinta. E então todos me deixam. Só. Prece inversa: não vale minha oração, não vale meu rogo subliminar, não vale minhas metáforas.

As drogas, os cortes, o que contorce e distorce e também em mim são.

O cigarro pela metade. A carcaça que geme. O esqueleto que de cima abaixo se quebra, cai, vai e nunca vem. Suicídio de mão única. Corpo amputado. A verdade: prefiro a doença à máscara. Em meu leito e martírio, ainda sei ser de uma intensidade que não cabe no mundo, que não cabe ao mundo. Esborro enquanto os homens contêm a si mesmos e vomito vermes enquanto os outros seres são esterilizados por mãos vadias que não sabem limpar a própria pele - só outras capas epiteliais, só outras, só.

Eu pareço com a vagabundagem que a cidade rejeita. Com a crueldade fincada no peito e o sangue jorrando aos litros, deixando trilha para que outros loucos me encontrem. Assim sou. Com o ócio ou a bebedeira, com o pulmão preto, com a ressaca da orla, com a destruição e a quebra da base do prédio que treme e vem ao chão. Eu pareço com a vida perdida, com a puta da Via Expressa que tem melhores conceitos sobre o amor do que a florista que monta buquês aos namorados. Eu pareço com a chuva torrencial e com a parte da casa queimada, com o cheiro da morte negada, com a luz apagada, quebrada e jogada fora.

Eu sou um mundo que recebe o não de um mundo mudo.

Um mundo dentro de um mundo. E que não faz questão de sim.

Claudia Calado

(Source: ocaosdoseio)



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Sep 29

source: ocaosdoseio via: psyyyychedelic

“I was only 19, you were 29. It’s just 10 years, but it’s such a long time… In a heartbeat, I would do it all again! Late night sex, smokin’ cigarettes, I try real hard but I can’t forget. Now in a heartbeat, I would do it all again!
Now I see that you and me were never meant, never meant to be, no. Now I’m lost somewhere…
Lost between Elvis and suicide; Ever since the day we died, well… I’ve got nothing left to lose! After Jesus and Rock ‘N’ Roll, couldn’t save my immoral soul, well… I’ve got nothing left, I’ve got nothing left to lose!
Callin’ out sins just to pass the time, my life goes by in the blink of an eye. I know you want me. I was only lookin’ for a friend… And everything that I was and everything that I’ve become, just falls into the end and now I see that you and me were never meant, never meant to be, no. And now I’m lost somewhere…
Lost between Elvis and suicide; Ever since the day we died, well… I’ve got nothing left to lose! After Jesus and Rock ‘N’ Roll, couldn’t save my immoral soul, well… I’ve got nothing left, I’ve got nothing left to lose!” 

                                                               - The Pretty Reckless


 #suicide 
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Sep 24



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Sep 22

source: michelgamboa via: psyyyychedelic